Para animar um dia cinzento...
A história da Cinderela
Há bués da time havia uma garina cujo cota já tinha esticado o pernil, e que vivia com a chunga da madrasta e as melgas das filhas dela. A Cinderela, Cindy p'ós amigos, parecia que vivia na prisa, sem tempo sequer para enviar uns mails e toques de telemóvel ao pessoal.
Com este desatino só lhe apetecia bazar, porque a madrasta fazia-lhe paletes de cenas. É então que a Cindy fica a saber da alta desbunda que ia acontecer: uma rave party!
A chavala curtia tótil a ideia, mas as outras mânfias cortaram-lhes as bases. Ela ficou completamente passadunte, mas de depois de andar à toa durante um choné, apareceu-lhe uma fada baril que lhe abichou uma farda baita bacana e ela ficou a parecer uma g'anda febra. Só que ela só podia afiambrar-se da cena até aos bater das 12. Ela mordeu o esquema e foi para a borga sempre a abrir.
Ao entrar na party topou um mano cheio de papel, que era bom comó milho e que também a galou. Aí a Cindy passou-se dos carretos e desbundaram "ól naite long" até que, ao ouvir as 12, ela teve de se axandrar e bazou. O mitra ficou completamente abardinado quando ela deu de fuga e foi atrás dela, mas só encontrou pelo caminho o chanato da dama.
No dia seguinte, com uma alta fezada, meteu-se nos calcantes e foi à procura de um chispe que entrasse no chanato. Como era um alto cromo, teve uma vaca descomunal e encontrou a maluca, para grande desatino das outras fatelas que tiveram um g'anda vaipe.
"texto retirado da net"

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